A NOSSA REFUTAÇÃO AOS ARGUMENTOS DO ICP:
Em sua apologia em defesa de seu ídolo mitológico, o doutor Ezequias inicia os seus argumentos, com ataques pessoais, tentando humilhar as Testemunhas de Yehoshua, expondo-as a vexames. Diz que as Testemunhas de Yehoshua é uma “seita inexpressiva”, fundada por um ignorante analfabeto, que não possui formação teológica acadêmica e são “pescadores de aquários”, etc... Quero dizer a esse jesuíta, que conforme “O Caminho que chamam de seita, sirvo ao Deus de meus pais, crendo em tudo o que esta escrito, na Lei e nos Profetas” (Atos 24:14). Quanto à expressão: “inexpressiva”, com a qual, tentam nos ridicularizar, para nós é motivo de ORGULHO. Pois o Salvador disse que nos últimos dias, “será como foi nos dias de Noé”. Naquele dia só existia um “inexpressivo” grupo de oito pessoas, que estavam preparados para entrarem na Arca. Graças ao Senhor Yehoshua, por eu pertencer ao inexpressivo grupo do Nome Sagrado. Quanto ao fato de dizer que somos ignorantes e analfabetos, quero dizer que, quando nós, pobres e ignorantes analfabetos, deixamos esses “Graduados Doutores” e Professores de Grego e Hebraico, em delicada situação de aperto; o que dizer então, se fossemos letrados? — Deus escondeu essas coisas aos “sábios e entendidos” e as revelou aos humildes. Deus escolheu as coisas que não são, para confundir as que são (Mat. 11:25; 1 Cor. 1:27-30). Qual foi a Faculdade Teológica Acadêmica freqüentada por aqueles “insignificantes” e humildes pescadores provincianos, chamados Cephas, Yohanan e Yaakov? — Pois eles evangelizaram reis e príncipes... O fato de sermos “pescadores de aquário” também nos orgulha muito; pois o Senhor Yehoshua disse: “eu vos enviei para colher onde não semeastes; outros trabalharam, e vós penetrastes no seu trabalho” (João 4:38). Senhor Ezequias, o aquário é teu, mas os peixes são do Senhor Yehoshua. Vocês os aprisionaram em seus aquários estagnados e nós os libertamos pelo Nome do Senhor Yehoshua.
1. Jesus, ou Yehoshua? — Origens do Nome:
De início o Senhor Ezequias, afirma desesperadamente, que: “O nome Jesus vem do hebraico YEHOSHUA”. Afirmação que nem mesmo ele sustenta, visto que alguns parágrafos depois ele mesmo afirma que: “YEHOSHUA não é o nome do Deus de Israel, nem de seu Filho Jesus, mas o nome de dois personagens que são figuras de Cristo: Josué, filho de Num e Josué, filho de Jeozadaque”. Isso não é uma contradição gritante? - Primeiro Jesus é Yehoshua, e depois Yehoshua não é Jesus...! Contradição grosseira para quem fez teologia “acadêmica” não é mesmo “doutor”? – O Doutor Ezequias não sabe que tese defender... A Sociedade Bíblica do Brasil, em documento oficial confessa: “A forma plena da palavra (como foi anunciado pelo anjo a Maria) é YEHOSHUA”, e ainda: “O vocábulo Jesus não se deriva de Yehoshua”. Portanto doutor, só lhe resta admitir que perdeu o debate; porque Yehoshua é o nome que veio do Céu anunciado pelo anjo e Jesus é o nome que veio de Roma dado pelo Papa... Outro argumento usado pelo Senhor Ezequias. é que a Septuaginta usou o nome IESOUS, (Jesus) para Yehoshua; concluindo daí que Jesus é a forma grega, para o nome Yehoshua. Esse é um argumento que, não se sustenta, porque a forma grega para Yehoshua é IEOXOA. Muda só as letras, mas os fonemas são os mesmos. A pronuncia não pode mudar. Em Lucas 23:38, temos um exemplo bíblico de transliteração, onde Pilatos escreveu o nome Yehoshua nas letras dos três idiomas. Muda só a letra, mas é o mesmo nome. A pronuncia não pode mudar... E nós temos provas de que a Septuaginta foi adulterada por Luciano e Jerônimo; portanto esse argumento do ICP não procede.
2. Os Papiros Gregos
Outro ponto que o ICP considera fundamental em sua apologia em defesa de Roma é a exaustiva argumentação de que o nome Iesous aparece nos papiros Bobmerianos 66, 75 e 76, na Biblioteca Bobmer, em Geneve, Suíça. No entanto, devemos lembrar que a datação desses referidos papiros é dada como “provável” entre 175 e 225 E.C. Portanto, mais de dois séculos posteriores aos apóstolos e a própria Sociedade Bíblica do Brasil, coloca esses textos em dúvida ao dizer textualmente:
“Toda tradução pressupõe a existência de um texto a ser traduzido. Mas, no caso da Bíblia e mais especificamente do Novo Testamento, o texto original, no sentido rigoroso da palavra, NÃO EXISTE... O que existe são cópias de cópias... E a cópia MAIS ANTIGA, em grego, é do TERCEIRO SÉCULO da nossa era...” (data bem próxima de Jerônimo, o que vem confirmar as deturpações que ele mesmo CONFESSA que fez). “E em todas elas (as cópias) há erros causados por descuido dos copistas: Erros de omissão ou de adição de palavras, frases e orações inteiras, e também troca de letras ou de palavras. E, ainda mais, existem modificações feitas PROPOSITADAMENTE pelos copistas, no intuito de melhorar o texto, seja na gramática, no vocabulário ou na doutrina.” (Natureza e Propósito da Bíblia na linguagem de Hoje, página 5 e 6 – SBB – Sociedade Bíblica do Brasil). – Grifos e parênteses nosso.
O ICP, chega à exaustão de argumentos, tentando provar que a Bíblia não foi adulterada. Mas o próprio Jerônimo confessa que ele alterou as Escrituras. Quando a Bíblia foi traduzida para o latim por Jerônimo, ao mando do Papa Dâmaso, no ano 384, incorporou inúmeras mudanças, como ele mesmo reconhece. Posteriormente, os papas Gregório VII (1073-1085) e Inocêncio III (1198-1216), usaram a autoridade da Igreja para conservar unicamente essa versão latina, evitando qualquer outra versão ou tradução feita dos originais. O Concílio de Toulouse na França, em 1229, decretou que ninguém poderia usar outra versão da Bíblia que não fosse a Vulgata Latina, e para impor esse decreto, a Igreja usou a Inquisição, que durante 400 anos perseguia e mandava matar qualquer pessoa que tivesse uma versão diferente da Vulgata Latina. Como por exemplo, podemos citar Francisco Enzinas, que foi encarcerado pela Inquisição católica, em 1544, por ter traduzido e publicado o Novo Testamento em Espanhol. Da mesma maneira, lembramos de Miguel Servet, condenado e lavado à fogueira, sendo queimado lentamente pelo “crime” de discordar de traduções mal feitas. Diante disso tudo lembramos da Confissão de Jerônimo:
3. Jerônimo ao beato Papa Dâmaso
De velha obra me obrigas a fazer obra nova... Qual de fato, será o sábio, e mesmo o ignorante, que, desde que tiver nas mãos um exemplar, depois de haver percorrido apenas uma vez, vendo que se acha em desacordo com o que está habituado a ler, não se ponha imediatamente a clamar que eu sou um sacrílego, um falsário, porque tive a audácia de ACRESCENTAR, SUBSTITUIR, CORRIGIR alguma coisa nos antigos livros? – Um duplo motivo me consola desta acusação. O primeiro é que vós, que sois o soberano Pontífice, me ordenastes que o fizesse, o segundo é que A VERDADE NÃO PODERIA EXISTIR EM COISAS QUE DIVERGEM, mesmo quando tivessem elas por si, a aprovação dos maus... (Extraído de Introdução á Bíblia, de Caetano M. Perrela, C.M. e Luigi Vagaggini, C.M. edição da Editora Vozes).
Notemos atentamente que o próprio Jerônimo é um “Réu Confesso”; pois ele mesmo reconhece que na Vulgata Latina, ele teve a audácia de: “... acrescentar, substituir e corrigir o texto sagrado dos Antigos Livros...” – Agora vem o ICP e diz irresponsavelmente que nós defendemos uma “Teoria Impossível...?” – Não podemos nos enganar com palavras de mentiras, acréscimos, mudanças e substituições, feitas pela ousadia de homens ímpios (como Jerônimo, ou um ICP qualquer). A palavra da Verdade, deve ser o Evangelho Original, autêntico, verdadeiro, não adianta colocar em nosso coração um evangelho falsificado, que pelas mudanças do hebraico para o grego perdeu o sentido original. Não queremos nada menos que a Verdade, mesmo que essa verdade contradiga a maioria. Apelamos para a consciência daqueles, que como nós, não se conformam com meros discursos. Estamos fartos de belos discursos, desejamos a Verdade. Se você ama a verdade, então se esforçará para alcançá-la... O próprio Deus Eterno anunciou que a Sua Palavra seria adulterada: “como, pois, dizeis: Somos sábios, e a Lei do Senhor está conosco? – Pois, com efeito, a falsa pena do escriba a converteu em mentira” (Jer. 8:8). E ainda referindo-se a Palavra de Deus, que é a Verdade, o profeta Daniel declara que o homem do pecado a lançaria por terra: “... E lançou a Verdade por terra; fez isso e prosperou” (Dan. 8:12). Por isso, as profecias revelam que a Palavra de Deus seria deturpada, e que, deveria ser RESTAURADA nos últimos dias: “Os teus filhos edificarão as antigas ruínas; levantarás os fundamentos de muitas gerações e serás chamado de reparador de brechas e restaurador de veredas para que o país se torne habitável” (Is. 58:12).
Mas, o ICP faz questão de defender de unhas e dentes, todas as deturpações feitas por Roma, para que neles se cumprisse ao pé da letra toda a palavra que o Eterno diz através do profeta Ezequiel:
“Tal mãe, tal filha. Tu és filha de tua mãe, que teve nojo de seu marido e de seus filhos; tu és irmã de tuas irmãs, que tiveram nojo de seus maridos e de seus filhos; vossa mãe foi hetéia, e vosso pai, amorreu. Tua irmã mais velha é Samaria, que habita a tua esquerda com suas filhas; e tua irmã mais nova, que habita a tua direita é Sodoma... Tu, pois, levas a tua ignomínia, tu que ADVOGASTE A CAUSA DE TUAS IRMÃS; pelos pecados que cometes, mais abomináveis do que elas te tornaste, mais justas são elas do que tu; envergonha-te logo também e leva a tua ignomínia, pois JUSTIFICASTE AS TUAS IRMÃS” (Ezeq. 16:44-46,52).
Para negar a Verdade com tanta obstinação, mesmo sabendo que é Verdade, e para defender a mentira, com tanta veemência, mesmo sabendo que é mentira; nos leva a fazer a seguinte pergunta ao ICP: Quanto vocês estão ganhando para negarem o NOME de Yehoshua e defenderem o ídolo das nações? – Será a avantajada quantia de trinta moedas de prata? – Ou será apenas um mísero prato de lentilhas? – Deve ser um preço muito alto, porque estão se enriquecendo com o comércio das mercadorias de Roma... (Apoc. 18:15-19).
4. Tetragrama Sagrado
O Senhor Ezequias, diz que a pronuncia Yehoshua não cabe no tetragrama sagrado devido a presença das letras hebraicas ayne e shin que aparece no nome Yehoshua e não aparece no tetragrama original YHWH. Porém, o que ele ignora é que “no princípio era o VERBO (YHWH)”, depois, o verbo se fez carne e assumiu a natureza humana, tornando-se mediador entre Deus (YHWH) e o homem (Shin). Vejamos o que diz o profeta Jeremias; “Eis que vêm dias, diz YHWH, que suscitarei a David um renovo justo... e este é o nome pelo qual o nomearão: YHWH Justiça Nossa” (Jer. 23:5-6). O profeta anunciou sem nenhuma dúvida que o Mashiah receberia o mesmo nome do pai YHWH e o anjo vocalizou YEHOSHUA. Apenas os contradizentes é que não enxergam isso. O profeta Zacarias também disse: “Um só é o Senhor e UM só é o seu nome” (Zac. 14:9). Portanto, ao dizer afoitamente que “nem com camisa de força Yehoshua pode ser o nome do Deus de Israel e nem de seu Filho”, o Senhor Ezequias levanta-se contra os profetas e contra a anunciação do anjo, apenas para defender a Mitologia Grega. Fazendo a devida referência de Jer. 23:6 com Mat. 1:21, fica claro que Yehoshua é a pronuncia do tetragrama YHWH...
5. A Letra J
Ao tentar explicar a origem do J. o Senhor Ezequias acaba confessando que realmente não existe j no hebraico e admite que no original nós lemos Yerushalayim e não Jerusalém; Yeremiahu e não jeremias; Yonah e não Jonas; Yehoiachim e não Joaquim e assim sucessivamente. Assim, sem querer, o Senhor Ezequias ajudou a pregar o nome de YEHOSHUA.
O ICP e a Sua Bíblia Apologética
O ICP, através de sua “bíblia” Apologética, no rodapé de Mateus capítulo um, assinalam as principais colocações das Testemunhas de Yehoshua e as classificam como sendo uma “Teoria Impossível...” Dizem que não podemos chamar Iesous de deus-cavalo, porque Iesous é um nome grego, e não podemos atribuir-lhe um significado hebraico. Alegam inclusive, que a palavra grega para cavalo é hyppos, e não sous. Com isso, caíram em gravíssima contradição:
1) – Afirmam que Iesous é a forma grega de uma palavra hebraica. Então eles estribam-se na tese de que possui uma suposta raiz hebraica. Em busca dessa suposta raiz hebraica, nos deparamos com “sus” = cavalo. Se o nome Iesous possui raiz hebraica, então estão adorando é o Cavalo mesmo...
2) – Para tentar escapar do Cavalo, dizem que Iesous é um nome grego e nada tem a ver com o hebraico. Então adoram um deus da mitologia grega? – Pois, se é um nome grego e nada tem a ver com o hebraico... Se o nome Iesous é grego e não possui nenhuma raiz hebraica, então é um deus mitológico dos gregos, nada tendo a ver com a Salvação que vem dos judeus. Por outro lado, se Iesous é uma forma grega de uma palavra hebraica, então é deus-cavalo... Viram, como os jesuítas escapam da frigideira, para caírem na brasa? Ao constatar a verdade irrefutável de que “sus” significa cavalo em hebraico. Devido a total falta de argumento de contestação, o Senhor Ezequias faz uma tremenda miscelânea. Argumenta ele que Jesus é nome grego e sus e hebraico. Com isso, o Senhor Ezequias confessa que o deus dele é grego, mas o meu Salvador é Judeu. Não me interessa se cavalo em grego é hyppos; porém, o que nos interessa é que, JESUS é nome grego, o qual, no hebraico significa deus cavalo. Isso não é estranho? — Devemos levar em consideração que Jesus é um nome grego, mas que “pretende” possuir raiz hebraica e é em busca dessa suposta raiz é que encontramos SUS. Será coincidência?
7. Iesvs Christvs Filii Dei = 666
Ao constatar que a expressão “Jesus Cristo, Filho de Deus”, equivalente ao número 666. O Senhor Ezequias tenta fugir a esta realidade apelando que na Bíblia não existe a expressão “Jesus Cristo filho de Deus”. Realmente nas Sagradas Escrituras não existe essa blasfêmia que vem a resultar no número 666. Isso só passou a existir na vulgata Latina. O que temos nas Escrituras Sagradas é que “YEHOSHUA HAMASHIAH é o Filho de Deus”, e isso não dá 666 em língua nenhuma da face da terra.
O ICP usa de todos os artifícios para tentar dissociar Iesus Cristus, o deus mitológico das nações, do fatídico número 666. Primeiro eles tentam dividir a frase criptográfica IESVS CRISTVS FILII DEI, dizendo que deveria ser IESVS CRISTVS + FILII DEI, e alegam que IESVS CRISTVS sozinho equivale a 112. Porém, depois de apormos a equivalência numérica dos títulos FILII DEI = 554 + 112 não seria igual a 666 da mesma forma? – Por que tentar dificultar as coisas, quando o resultado é o mesmo? – Claro que é somente para enganar os incautos!
Outro ponto que alegam é que a palavra latina FILII (genitivo masculino singular) não é correta gramaticalmente, mas deveria ser FILIVS (nominativo masculino singular). Então usando a palavra FILIVS em lugar de FILII teríamos 670 e não 666.
8. Noção Básica de Gramática Latina
Na frase: Iesus Cristus Filii Dei, quem é o sujeito nominativo? – Quem é Filii Dei? – Quando fizermos ao verbo a pergunta: Quem é que? – Ou que é que? A resposta nos dará o sujeito nominativo da oração. Então vejamos: Quem é Filii Dei? – Iesus Cristus é Filii Dei, logo o sujeito NOMINATIVO é IESVS e não Filii. Portanto, a palavra Filii genitivo singular em i está correta na frase acima. Pois é COMPLEMENTO da frase e por isso, não pode ser NOMINATIVO (Filius). Portanto, a frase IESVS CRISTVS FILII DEI, está corretíssima segundo a gramática do Latim. A prova disso é que na Coroa do Papa existe a frase: “VICARIVS FILLI DEI. Aparece a palavra Filii e não Filius; será que vão dizer que o Latim do Papa é incorreto?... Eles querem usar todos os subterfúgios possíveis para fugir do resultado fatal 666... Mas, não tem jeito não, porque estão adorando é a BESTA mesmo e ponto final. Essas noções básicas de Latim é matéria da primeira série do Ginásio... O ICP sabe muito bem disso, claro, pois se formaram nas Faculdades da Filistia e pós graduaram em ROMA... Mas, talvez tenham se “esquecido” e estamos só fazendo uma pequena revisão...
É “Filii Dei”, ou “Filius Dei”
No texto do Evangelho de Marcos em latim, o qual aparece a palavra “Filii Dei” e não “Filius Dei”, como pretende o Sr. Ezequias.
Também neste texto da “Bíblia On Line” da SBB, a palavra correta é: “Filii Dei”. Portanto senhor Ezequias, o senhor está sendo desonesto em seus argumentos.
Os Dissidentes e o Desafio ao Debate
Quanto a doutrina herética que nega o mistério do nascimento virginal do Salvador, dizendo ser Ele filho de José e Maria, devemos esclarecer que, quem defende esta heresia não são testemunhas de Yehoshua, mas são dissidentes que surgiram para tumultuar a pregação do nome de Yehoshua, cumprindo a palavra de Deus: “E impossível que não venham escândalos” (Lucas 17:1).
O Desafio ao Debate
O Doutor Ezequias Soares da Silva, manteve uma troca de correspondências comigo, no período de Dezembro de 1996 a Fevereiro de 1997. Nessa ocasião eu fui desafiado pelo Doutor Ezequias para enfrentá-lo em um “debate aberto” aqui na minha região. Eu respondi a ele que aceitava o debate e o aguardaria no mês de julho de 1997, conforme proposto. No entanto, estou aguardando o Senhor Tratante até hoje. Eu soube inclusive que o Senhor Ezequias andou falando por aí, que me desafiou para um debate e eu não aceitei. Porém, isso não é verdade, ele é que não apareceu... No entanto, agora, sou eu quem faz o desafio ao Doutor Ezequias. Com tantas Graduações e Pós-Graduações em todas as faculdades da Filistia, está com medo deste humilde, “inexpressivo” e insignificante “Davizinho”, Doutor? - Te aguardo no Ginásio Esportivo Gerivaldão.